segunda-feira, 28 de junho de 2010
VINTE E POUCOS ANOS
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
UM BRINDE
A nós meninas que nos tornamos MULHERES
Que tivemos paixonites de 15 anos
e vimos filmes melosos chorando por um pirralho
Que esperamos pelo príncipe encantado no cavalo branco
Para descobrir mais tarde que ele não existe
Por sermos admiradas e invejadas por muitos
Isso por subirmos no salto e aprendermos com a vida
Que toda decepção nos faz crescer e fortalecer
Que algumas amizades vão embora, outras permanecem distantes
mas as MELHORES se tornam eternas
Por sermos filhas, mães, AMIGAS, irmãs, namoradas
Fiéis a promessa de lealdade que fizemos
Ao AMOR que sentimos e declaramos todos os dias
A sinceridade que alimenta a nossa confiança
A nós e a toda FELICIDADE que nos aguarda...
TIM TIM !!!
( Dedicado às melhores amigas que alguém pode ter: Betina e Gabriela)
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Memórias do Palhaço Amoroso
sábado, 26 de setembro de 2009
Adeus Walmor Marcellino

quinta-feira, 24 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Bom, você não foi. E não ligou. A mim, só restou lamentar a sua falta de educação. Imaginando motivos possíveis. Será que você não foi porque realmente não pôde ou simplesmente não quis? Será que não ligou para não me magoar ou justamente o inverso disso? Estou confusa, claro. Achava que você iria. Tanto que eu aguardei sua chegada por mais minutos do que deveria, inventando desculpas esfarrapadas para mim mesma. O trânsito, o horário, a meteorologia. Qualquer pneu furado serviria. E até o último instante, juro, achei que você chegaria a qualquer momento.
Pedindo perdão pelo terrível atraso. Perdão que você teria, junto com uma cara de quem está acostumada, e assim encerraríamos o assunto. Mas você não foi. Esperei outro tanto pelo seu telefonema, com todas as esclarecedoras explicações. Para cada razão que houvesse, pensei numa excelente resposta. Para cada silêncio, num suspiro. Para cada sensatez de sua parte, numa loucura específica da minha.
Se você tivesse ligado do celular, eu seria fria. Se tivesse ligado do trabalho, seria levemente avoada. Se a ligação caísse, eu manteria a calma.
Foram muitos dias nessa tortura, então entenda que percorri todas as rotas de fuga. Cheguei a procurar notícias suas pelos jornais, pois só um obituário justificaria tamanha demora em uma ligação.
Enfim, por muito mais tempo do que desejaria, mantive na ponta da língua tudo o que eu devia te dizer, e tudo o que você merecia ouvir, e tudo. Mas você não ligou. Mando esta carta, portanto, sem esperar resposta. Nem sequer espero mais por nada, em coisa alguma, nesta vida, para ser sincera. No que se refere a você, especialmente, porque o vazio do seu sumiço já me preenche; tenho nele um conforto que motivos não me trarão. Não me responda, então, mesmo que deseje. Não quero um retorno; quis, um dia, uma ida. Que não aconteceu, assim deixemos para lá.
Estaria, entretanto, mentindo se não dissesse que, aqui dentro, ainda me corrói uma pequena curiosidade. Pois não é todo dia que uma pessoa não vai e não liga, é? As pessoas guardam esses grandes vacilos para momentos especiais, não guardam? Então, eis a minha única curiosidade: você às vezes pensa nisso, como eu penso? Com um suave aperto no coração? Ou será que você foi apenas um idiota que esqueceu de ir?
(Fernanda Young, revista Claúdia)
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Não sonha mais acordada sozinha em um quarto escuro
As visitas de amigos no final de semana nunca mais vão acontecer
Viagens, conversas, cervejas, cigarros.
Ninguém sabe como, onde, porque e nem o que a levou
Em algum momento se perdeu de todos
Reflexões são feitas em busca de repostas
Nenhuma faz sentido, explica ou justifica
Ela morreu.
