- Quando você entrar no teu carro, vc me liga imediatamente...acho que você vai gostar.
E mesmo com um aviso de que algo a esperava, ela se impressionou com o que viu no vidro do carro. Um bilhete com uma declaração de amor. E como naqueles filmes de romance melosos, que fazem qualquer mulher suspirar e chorar, ela sorriu encantada com a surpresa do namorado.
O cenário de uma noite fria, escura e chuvosa foi perfeito para aquele momento. E ela só conseguiu pensar na sorte que teve de ganhar uma prova de amor como essa. Se fosse a cena de um romance, seria daquelas que causa exclamações femininas como: " Aiiii que lindoooo!!!" ou, " Ah, porque eu não acho um desse?!" , e também " Nossa, eu casava com um cara desses! Imagine?!"
A chuva continuou caindo, o bilhete continuava molhado, o limpador do carro estava ligado, mas não estragou de forma alguma o pequeno pedaço de papel que ela guardou quando chegou em casa.
domingo, 26 de julho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
Ser Jornalista é fazer jornalismo
O presidente do STF ( supremo tribunal federal ) disse que a profissão de jornalista não tem consquência na vida da sociedade, por isso não necessita de conhecimento técnico e exigência do diploma.
Alguém se lembra dos jornais com receitas de bolo da ditadura? Por que os militares mandaram espiões, censores nas redações e até chegaram a fechar muitas delas?
O jornalista Vladimir Herzog torturado e morto pelo Doi-Codi se tornou símbolo da luta pelo fim da censura durante o regime militar.
A abertura política chegou, a volta de personagens importantes como Fernando Gabeira e Betinho, as diretas já tudo foi filmado, narrado, fotografado e escrito por quem vive o fato da notícia.
Fernando Collor perdeu a presidência após os jornais informarem aos eleitores a prática de corrupção em seu governo. As mesmas pessoas que o colocaram no poder foram as ruas e pediram impeachment... os jornalistas fizeram parte de todo o processo.
Bomba! Bomba! Bomba! Quem não lembra da famosa foto da bomba de Napalm? E a bomba atômica? Correspondentes internacionais dos maiores veículos de comunicação arriscaram a sua vida e mudaram o rumo das guerras. Em 1968 o jornalista brasileiro José Hamilton Ribeiro foi mandado pela revista Realidade para cobrir a guerra do Vietnã, lá ele pisou em uma mina terrestre e perdeu uma perna em nome do compromisso com a verdade.
Setembro de 2001. Os jornais de todo o mundo divulgam imagens nunca imaginadas nem pelos diretores de Hollyood. A queda das torres gêmeas. Pela imprensa famílias brasileiras recebiam notícias a cada segundo.
Nosso trabalho não consiste em simplesmente mostrar a realidade, mas sim mostrá-la de forma profissional, estudada e responsável.
Para fazer jornalismo não basta ler, escrever, falar ou fotografar bem. É necessário ser humano e se preocupar com quem nos cerca e com o que acontece ao nosso redor. Jornalistas estudam e analisam além de informações, a sociedade e sua estrutura, como cada público recebe e absorve os fatos, a melhor maneira de ser transparente e se fazer entender.
Suportamos a dor de ver um colega, como Tim Lopes, perder a vida em busca do real contexto social de uma favela brasileira. Noticiamos e vivenciamos tragédias, investigamos e denunciamos preservando a identidade de nossas fontes para que elas não corram riscos. Não ferimos a liberdade de expressão, pois dependemos dela para trabalhar!
Não é qualquer pessoa que pode ser jornalista é preciso vocação, paixão pela profissão, responsabilidade social, compromisso com a verdade, profissionalismo, conhecimentos técnicos e saber como foi e é o mundo para ser formador de opinião e ser o quarto poder.
Alguém se lembra dos jornais com receitas de bolo da ditadura? Por que os militares mandaram espiões, censores nas redações e até chegaram a fechar muitas delas?
O jornalista Vladimir Herzog torturado e morto pelo Doi-Codi se tornou símbolo da luta pelo fim da censura durante o regime militar.
A abertura política chegou, a volta de personagens importantes como Fernando Gabeira e Betinho, as diretas já tudo foi filmado, narrado, fotografado e escrito por quem vive o fato da notícia.
Fernando Collor perdeu a presidência após os jornais informarem aos eleitores a prática de corrupção em seu governo. As mesmas pessoas que o colocaram no poder foram as ruas e pediram impeachment... os jornalistas fizeram parte de todo o processo.
Bomba! Bomba! Bomba! Quem não lembra da famosa foto da bomba de Napalm? E a bomba atômica? Correspondentes internacionais dos maiores veículos de comunicação arriscaram a sua vida e mudaram o rumo das guerras. Em 1968 o jornalista brasileiro José Hamilton Ribeiro foi mandado pela revista Realidade para cobrir a guerra do Vietnã, lá ele pisou em uma mina terrestre e perdeu uma perna em nome do compromisso com a verdade.
Setembro de 2001. Os jornais de todo o mundo divulgam imagens nunca imaginadas nem pelos diretores de Hollyood. A queda das torres gêmeas. Pela imprensa famílias brasileiras recebiam notícias a cada segundo.
Nosso trabalho não consiste em simplesmente mostrar a realidade, mas sim mostrá-la de forma profissional, estudada e responsável.
Para fazer jornalismo não basta ler, escrever, falar ou fotografar bem. É necessário ser humano e se preocupar com quem nos cerca e com o que acontece ao nosso redor. Jornalistas estudam e analisam além de informações, a sociedade e sua estrutura, como cada público recebe e absorve os fatos, a melhor maneira de ser transparente e se fazer entender.
Suportamos a dor de ver um colega, como Tim Lopes, perder a vida em busca do real contexto social de uma favela brasileira. Noticiamos e vivenciamos tragédias, investigamos e denunciamos preservando a identidade de nossas fontes para que elas não corram riscos. Não ferimos a liberdade de expressão, pois dependemos dela para trabalhar!
Não é qualquer pessoa que pode ser jornalista é preciso vocação, paixão pela profissão, responsabilidade social, compromisso com a verdade, profissionalismo, conhecimentos técnicos e saber como foi e é o mundo para ser formador de opinião e ser o quarto poder.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Irmãs ou quase isso...
Apenas me lembro que foi em 2001 quando ainda éramos adolescentes no auge dos 15 anos, descobrindo o mundo tal qual ele é, cheio de riscos, pedras no caminho, com direito a copos e copos de cerveja, alguns cigarros mal tragados e baladas até madrugada que tudo começou.
De aparência nós não tinhamos nada em comum, mas como algumas pessoas entram sem bater na porta, ela entrou na minha vida e algumas cenas ainda passam como um replay na minha cabeça, como o dia em que dela eu peguei o meu primeiro marlboro lights.
Ela... ela que também é filha única, que como irmãos e irmãs tinha apenas os primos e primas. Que é do tipo durona, protetora, companheira, um gênio forte e engraçado, foi conquistando minha amizade e meus sentimentos.
Foi como se nossas almas tivessem encontrado algo que faltava nas nossas vidas, uma irmã para poder correr quando tudo der errado, ou, para contar em primeira mão a realização de um sonho.
Dela, eu sempre pude esperar reações extremas e intensas, isso valia para a maneira de aconselhar até a de defender os seus amigos. Das frases que já ouvi ela esbravejar muitas foram para me ajudar, alertar e mostrar seu amor por mim.
Muitos olham para nós e concordam em apostar suas fichas na hipótese de uma amizade longa e duradoura. Eu ousaria dizer que é pra toda a vida, pois irmãs são pra sempre mesmo que você discorde da opinião dela, que fique braba com algumas atitudes, ou que tenha vontade de esganar ela por ter feito exatamente o contrário do que você aconselhou.
Penso que ela me dá a cada dia uma dose de felicidade por tê - la na minha vida, e agradeço por poder ouvir dela palavras cheias de sinceridade e amor. Talvez, se nós fossemos realmente irmãs, as coisas não fluíssem de forma tão calma e certa. Querida amiga-irmã, eu te amo.
De aparência nós não tinhamos nada em comum, mas como algumas pessoas entram sem bater na porta, ela entrou na minha vida e algumas cenas ainda passam como um replay na minha cabeça, como o dia em que dela eu peguei o meu primeiro marlboro lights.
Ela... ela que também é filha única, que como irmãos e irmãs tinha apenas os primos e primas. Que é do tipo durona, protetora, companheira, um gênio forte e engraçado, foi conquistando minha amizade e meus sentimentos.
Foi como se nossas almas tivessem encontrado algo que faltava nas nossas vidas, uma irmã para poder correr quando tudo der errado, ou, para contar em primeira mão a realização de um sonho.
Dela, eu sempre pude esperar reações extremas e intensas, isso valia para a maneira de aconselhar até a de defender os seus amigos. Das frases que já ouvi ela esbravejar muitas foram para me ajudar, alertar e mostrar seu amor por mim.
Muitos olham para nós e concordam em apostar suas fichas na hipótese de uma amizade longa e duradoura. Eu ousaria dizer que é pra toda a vida, pois irmãs são pra sempre mesmo que você discorde da opinião dela, que fique braba com algumas atitudes, ou que tenha vontade de esganar ela por ter feito exatamente o contrário do que você aconselhou.
Penso que ela me dá a cada dia uma dose de felicidade por tê - la na minha vida, e agradeço por poder ouvir dela palavras cheias de sinceridade e amor. Talvez, se nós fossemos realmente irmãs, as coisas não fluíssem de forma tão calma e certa. Querida amiga-irmã, eu te amo.
sábado, 30 de maio de 2009
E-mail enviado por uma pessoa muito querida e sábia...valeu Baby!! merece um post com certeza!
O MENOR CONTO DE FADAS DO MUNDO
(visto pela mais verdadeira ÓTICA - a nossa)
Era uma vez uma LINDA moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu:
- NÃO!!!!
E a moça viveu feliz para sempre.
Foi viajar, vivia fazendo compras, conheceu muuuuitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, trocou de carro, redecorou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor... pois não tinha sogra, não tinha que lavar, passar, nunca lhe faltava nada, bebia champanhe com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela.
O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois nenhum homem constrói nada sem uma MULHER.
FIM
O MENOR CONTO DE FADAS DO MUNDO
(visto pela mais verdadeira ÓTICA - a nossa)
Era uma vez uma LINDA moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu:
- NÃO!!!!
E a moça viveu feliz para sempre.
Foi viajar, vivia fazendo compras, conheceu muuuuitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, trocou de carro, redecorou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor... pois não tinha sogra, não tinha que lavar, passar, nunca lhe faltava nada, bebia champanhe com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela.
O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois nenhum homem constrói nada sem uma MULHER.
FIM
sexta-feira, 15 de maio de 2009
" Eu sou amor da cabeça aos pés!!"
Pensei em escrever sobre todo o amor que tenho sentido em todas as suas formas, mas preferi colocar uma música que traduz perfeitamente:
Não se assuste pessoa
se eu lhe disser que a vida é boa
não se assuste pessoa
se eu lhe disser que a vida é boa
Enquanto eles se batem, dê um rolê e você vai ouvir
Apenas quem já dizia,
Eu não tenho nada
Antes de você ser eu sou
Eu sou, eu sou o amor da cabeça aos pés
eu sou, eu sou, eu sou o amor da cabeça aos pés
E só vou beijar no rosto de quem me dá valor
Pra quem vale mais o gosto do que cem mil réis
Eu sou, eu sou, eu sou o amor da cabeça aos pés
eu sou, eu sou, eu sou o amor da cabeça aos pés
( Dê um rolê - Novos Baianos )
Não se assuste pessoa
se eu lhe disser que a vida é boa
não se assuste pessoa
se eu lhe disser que a vida é boa
Enquanto eles se batem, dê um rolê e você vai ouvir
Apenas quem já dizia,
Eu não tenho nada
Antes de você ser eu sou
Eu sou, eu sou o amor da cabeça aos pés
eu sou, eu sou, eu sou o amor da cabeça aos pés
E só vou beijar no rosto de quem me dá valor
Pra quem vale mais o gosto do que cem mil réis
Eu sou, eu sou, eu sou o amor da cabeça aos pés
eu sou, eu sou, eu sou o amor da cabeça aos pés
( Dê um rolê - Novos Baianos )
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Escolhas
Demorei para escrever, principalmente porque já não tenho mais tempo de organizar idéias, a não ser as que dizem respeito a faculdade...não que eu tenha optado pela fuga dos fatos, mas a rotina do jornalismo de certa forma resolveu ocupar 90% dos meus dias, os outros 10% se dividem...5% pra dormir e outros 5% para ver alguns poucos.
Quando o pensamento escapava era sempre o mesmo: a capacidade do ser humano de culpar outros pelos seus fracassos.
Em certo momento comecei a perceber que eu fazia exatamente como eles. Parei pra colocar na balança todos os fatos, conversas e pontos de vista, e cheguei a real constatação de que algumas vezes a gente erra, outras a gente acerta e ainda tem aquelas vezes que você prefere acreditar que nem errou nem acertou, porque você não fez nada para aquilo acontecer.
A última opção talvez seja pior, é nessas horas que procuramos um responsável pelo fracasso de algo. Imaginei que algo de grande importância para mim havia morrido, quando na verdade isso jamais chegou perto de acontecer, ou sequer foi cogitado por qualquer uma de nós três.
Foi quando eu deixei ecoar na minha cabeça as palavras lidas em um e- mail que não tem explicação alguma. Nenhuma mesmo. Ingratidão talvez coubesse, ou até mesmo revelação daquilo que se é realmente, o fato é que elas não paravam de se repetir... como alguém podia dizer tudo aquilo sem saber que parte do que ali estava era mentira? Mesmo sabendo da verdade resolveu viver uma mentira.
Com relação ao que se foi não há mesmo o que dizer, sobre o que foi dito também não. O fato é que tornar alguém responsável pelos próprios erros, é não ser capaz de lidar com eles e não crescer. Quem faz o contrário pode ter um olhar sem medo e culpa, não precisa se esconder de nada e nem de si mesmo.
Quando o pensamento escapava era sempre o mesmo: a capacidade do ser humano de culpar outros pelos seus fracassos.
Em certo momento comecei a perceber que eu fazia exatamente como eles. Parei pra colocar na balança todos os fatos, conversas e pontos de vista, e cheguei a real constatação de que algumas vezes a gente erra, outras a gente acerta e ainda tem aquelas vezes que você prefere acreditar que nem errou nem acertou, porque você não fez nada para aquilo acontecer.
A última opção talvez seja pior, é nessas horas que procuramos um responsável pelo fracasso de algo. Imaginei que algo de grande importância para mim havia morrido, quando na verdade isso jamais chegou perto de acontecer, ou sequer foi cogitado por qualquer uma de nós três.
Foi quando eu deixei ecoar na minha cabeça as palavras lidas em um e- mail que não tem explicação alguma. Nenhuma mesmo. Ingratidão talvez coubesse, ou até mesmo revelação daquilo que se é realmente, o fato é que elas não paravam de se repetir... como alguém podia dizer tudo aquilo sem saber que parte do que ali estava era mentira? Mesmo sabendo da verdade resolveu viver uma mentira.
Com relação ao que se foi não há mesmo o que dizer, sobre o que foi dito também não. O fato é que tornar alguém responsável pelos próprios erros, é não ser capaz de lidar com eles e não crescer. Quem faz o contrário pode ter um olhar sem medo e culpa, não precisa se esconder de nada e nem de si mesmo.
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